{"id":18922,"date":"2022-10-19T08:29:11","date_gmt":"2022-10-19T10:29:11","guid":{"rendered":"https:\/\/www.colorado.com.br\/nosdacolorado\/?p=18922"},"modified":"2022-10-19T08:29:11","modified_gmt":"2022-10-19T10:29:11","slug":"alzheimer-sinais-podem-ser-detectados-ate-9-anos-antes-do-aparecimento-dos-primeiros-sintomas","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.colorado.com.br\/nosdacolorado\/alzheimer-sinais-podem-ser-detectados-ate-9-anos-antes-do-aparecimento-dos-primeiros-sintomas\/","title":{"rendered":"Alzheimer: sinais podem ser detectados at\u00e9 9 anos antes do aparecimento dos primeiros sintomas"},"content":{"rendered":"<div class=\"content-wrapper  \">\n<div id=\"social-media-upper\" class=\"social-media-upper\">\n<div class=\"news-authors hide-on-mobile\">\n<div class=\"authors-info\"><span class=\"authors-names\">Por\u00a0Roberta Jansen<\/span><\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<div class=\"subheadline-feature-block\">\n<h2>Pessoas que viriam a desenvolver a doen\u00e7a apresentavam dificuldades na execu\u00e7\u00e3o de algumas tarefas quase uma d\u00e9cada antes do diagn\u00f3stico, revela estudo no Reino Unido<\/h2>\n<p>RIO &#8211; Cientistas da Universidade de Cambridge, no Reino Unido, revelaram que \u00e9 poss\u00edvel detectar sinais precoces de dem\u00eancia at\u00e9 nove anos antes de o paciente receber um diagn\u00f3stico espec\u00edfico, como\u00a0<a href=\"https:\/\/tudo-sobre.estadao.com.br\/alzheimer\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">Alzheimer<\/a>.<\/p>\n<p>No trabalho publicado nesta sexta-feira, 14, na publica\u00e7\u00e3o\u00a0<em>Alzheimer\u2019s &amp; Dementia: The Journal of the Alzheimer\u2019s Association<\/em>, o grupo de cientistas analisou informa\u00e7\u00f5es do Biobank, o banco de dados biom\u00e9dicos brit\u00e2nico. A equipe descobriu sinais de dificuldades em v\u00e1rias \u00e1reas espec\u00edficas, como a solu\u00e7\u00e3o de problemas e a lembran\u00e7a de n\u00fameros espec\u00edficos.<\/p>\n<div class=\"related-item-single\">\n<div class=\"related-content-single-wrapper\">\n<p class=\"related-content-single-title\">Ativista ind\u00edgena de Santa Catarina \u00e9 criador de produto pioneiro: uma enciclop\u00e9dia de seu povo<\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n<div class=\"uva-container \">\n<figure class=\"figure-image-wrapper -graphic\">\n<div class=\"figure-image-container\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/cloudfront-us-east-1.images.arcpublishing.com\/estadao\/KOWMXH57NVFWLIR5TKFRGHZ57I.jpg\" \/><\/div>\n<\/figure>\n<\/div>\n<p>\u201cQuando olhamos para a hist\u00f3ria dos pacientes, fica muito claro que eles j\u00e1 apresentavam\u00a0<a href=\"https:\/\/tudo-sobre.estadao.com.br\/saude-mental\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">alguns sinais de problemas cognitivos<\/a>\u00a0muitos anos\u00a0<a href=\"https:\/\/www.estadao.com.br\/saude\/alzheimer-cientistas-descobrem-novo-metodo-para-prever-risco-antes-do-inicio-dos-sintomas\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">antes de os sintomas se tornaram \u00f3bvios o suficiente<\/a>\u00a0para gerar um diagn\u00f3stico\u201d, afirmou Nol Swaddiwudhipong, principal autor do estudo.<\/p>\n<p>As descobertas levantam a possibilidade de, no futuro, pacientes em maior risco de desenvolver algum tipo de dem\u00eancia fossem mapeados para interven\u00e7\u00f5es precoces ou para testes cl\u00ednicos de\u00a0<a href=\"https:\/\/www.estadao.com.br\/saude\/alzheimer-remedio-experimental-desacelera-declinio-cognitivo-diz-farmaceutica\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">novos medicamentos<\/a>.<\/p>\n<figure class=\"figure-image-wrapper \">\n<div class=\"figure-image-container\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/www.estadao.com.br\/resizer\/ptjCCePyti8T7_cc84M5w1g-K7c=\/936x0\/filters:format(jpg):quality(80)\/cloudfront-us-east-1.images.arcpublishing.com\/estadao\/6B72TBT5HZFY3N6UDUVXKSL2MM.jpg\" alt=\"Sinais do Alzheimer podem ser detectados antes dos sintomas mais graves\" \/><\/div><figcaption>Sinais do Alzheimer podem ser detectados antes dos sintomas mais graves\u00a0Foto:\u00a0Werther Santana\/Estad\u00e3o Conte\u00fado<\/figcaption><\/figure>\n<p>Atualmente, existem poucos tratamentos eficazes para dem\u00eancias ou outras doen\u00e7as degenerativas, como o Parkinson. Em parte, isso ocorre porque as doen\u00e7as s\u00f3 s\u00e3o diagnosticadas depois que os sintomas aparecem, embora a degenera\u00e7\u00e3o propriamente dita comece muito anos (e at\u00e9 d\u00e9cadas) antes. Isso significa que, quando os pacientes s\u00e3o recrutados para testes cl\u00ednicos de novos tratamentos, pode j\u00e1 ser muito tarde para que o\u00a0<a href=\"https:\/\/www.estadao.com.br\/saude\/alzheimer-por-que-a-ciencia-esta-mudando-o-alvo-em-busca-da-cura\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">curso da doen\u00e7a<\/a>\u00a0seja alterado.<\/p>\n<p>A an\u00e1lise das informa\u00e7\u00f5es reunidas no banco de dados biom\u00e9dicos revelou que pessoas que desenvolveram Alzheimer j\u00e1 apresentavam um desempenho pior do que indiv\u00edduos saud\u00e1veis em tarefas de resolu\u00e7\u00e3o de problemas, tempo de rea\u00e7\u00e3o a est\u00edmulos, capacidade de lembrar de n\u00fameros, mem\u00f3ria prospectiva (nossa capacidade de lembrar de algo para fazer mais tarde), entre outros. Isso tamb\u00e9m foi constatado em pessoas que desenvolveram uma forma rara de dem\u00eancia chamada de dem\u00eancia frontotemporal.<\/p>\n<div class=\"intertitle-wrapper\">\n<h3>Rem\u00e9dio para diabetes pode diminuir risco de dem\u00eancia<\/h3>\n<\/div>\n<p>Um estudo publicado ainda esta semana na revista cient\u00edfica\u00a0<em>BMJ Open Diabetes Research &amp; Care\u00a0<\/em>descobriu tamb\u00e9m que alguns\u00a0<a href=\"https:\/\/www.estadao.com.br\/saude\/remedio-para-tratar-diabete-reduz-22-risco-demencia-estudo-nprm\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\"><strong>medicamentos contra a diabete podem reduzir em at\u00e9 22% o risco de dem\u00eancia em pacientes<\/strong><\/a>. Segundo os pesquisadores, as descobertas ajudam a planejar melhor a sele\u00e7\u00e3o de medicamentos para pacientes com diabete tipo 2 e com alto risco de dem\u00eancia, quadro cl\u00ednico que afeta as fun\u00e7\u00f5es cerebrais e est\u00e1 associado aos seus dois subtipos principais,\u00a0<a href=\"https:\/\/www.estadao.com.br\/saude\/remedio-para-tratar-diabete-reduz-22-risco-demencia-estudo-nprm\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\"><strong>Alzheimer e dem\u00eancia vascular<\/strong><\/a>.<\/p>\n<p>Os cientistas compararam o risco de aparecimento de dem\u00eancia em pacientes com diabete tipo 2, a partir dos 60 anos, tratados com tr\u00eas classes de medicamentos:\u00a0<strong>sulfonilureia\u00a0<\/strong>(SU),\u00a0<strong>tiazolidinediona\u00a0<\/strong>(TZD) e\u00a0<strong>metformina\u00a0<\/strong>(MET). O tratamento durou pelo menos um ano e, ap\u00f3s este per\u00edodo, o grupo que tomou TZD teve um risco 22% menor de ter qualquer tipo de dem\u00eancia em compara\u00e7\u00e3o aos participantes que usaram apenas a MET.<\/p>\n<p>Segundo eles, os resultados trazem contribui\u00e7\u00e3o significativa \u00e0 literatura sobre os efeitos de medicamentos contra diabetes para a dem\u00eancia. O estudo, entretanto, \u00e9 considerado de car\u00e1ter observacional. A equipe acredita que\u00a0<a href=\"https:\/\/www.estadao.com.br\/saude\/remedio-para-tratar-diabete-reduz-22-risco-demencia-estudo-nprm\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\"><strong>pesquisas futuras podem redirecionar agentes antidiab\u00e9ticos orais para a preven\u00e7\u00e3o de dem\u00eancia e podem considerar priorizar o uso de TZD<\/strong><\/a>.<\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n<div class=\"content-wrapper  news-body content\" data-paywall-wrapper=\"true\"><\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Por\u00a0Roberta Jansen Pessoas que viriam a desenvolver a doen\u00e7a apresentavam dificuldades na execu\u00e7\u00e3o de algumas tarefas quase uma d\u00e9cada antes do diagn\u00f3stico, revela estudo no Reino Unido RIO &#8211; Cientistas&#8230;<\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":18923,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[7],"tags":[],"class_list":{"0":"post-18922","1":"post","2":"type-post","3":"status-publish","4":"format-standard","5":"has-post-thumbnail","7":"category-atualidade"},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.colorado.com.br\/nosdacolorado\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/18922","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.colorado.com.br\/nosdacolorado\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.colorado.com.br\/nosdacolorado\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.colorado.com.br\/nosdacolorado\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.colorado.com.br\/nosdacolorado\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=18922"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/www.colorado.com.br\/nosdacolorado\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/18922\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":18924,"href":"https:\/\/www.colorado.com.br\/nosdacolorado\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/18922\/revisions\/18924"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.colorado.com.br\/nosdacolorado\/wp-json\/wp\/v2\/media\/18923"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.colorado.com.br\/nosdacolorado\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=18922"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.colorado.com.br\/nosdacolorado\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=18922"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.colorado.com.br\/nosdacolorado\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=18922"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}