{"id":18984,"date":"2022-11-07T08:36:40","date_gmt":"2022-11-07T10:36:40","guid":{"rendered":"https:\/\/www.colorado.com.br\/nosdacolorado\/?p=18984"},"modified":"2022-11-07T08:36:40","modified_gmt":"2022-11-07T10:36:40","slug":"consumo-de-alimentos-ultraprocessados-e-associado-a-57-mil-mortes-em-um-ano-no-brasil","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.colorado.com.br\/nosdacolorado\/consumo-de-alimentos-ultraprocessados-e-associado-a-57-mil-mortes-em-um-ano-no-brasil\/","title":{"rendered":"Consumo de alimentos ultraprocessados \u00e9 associado a 57 mil mortes em um ano no Brasil"},"content":{"rendered":"<div class=\"mb-5 mb-lg-6\">\n<header class=\"toolkit-heading\">\n<div class=\"heading-title\">\n<h2 class=\"toolkit-subtitle mt-5\">Estudo feito por pesquisadores do Nupens\/USP revela que 20,8% dos \u00f3bitos por doen\u00e7as evit\u00e1veis e n\u00e3o transmiss\u00edveis s\u00e3o atribu\u00eddas a comidas ricas em ingredientes que fazem mal \u00e0 sa\u00fade<\/h2>\n<\/div>\n<\/header>\n<\/div>\n<div class=\"d-flex flex-column flex-lg-row justify-content-lg-between align-items-lg-start mb-5 mb-lg-7\">\n<div class=\"mb-5 mb-lg-0\">\n<div class=\"toolkit-signature\">\n<p class=\"toolkit-signature__author\"><a class=\"toolkit-signature__section\" title=\"Sa\u00fade\" href=\"http:\/\/noticias.r7.com\/saude\">SA\u00daDE\u00a0<\/a>|\u00a0Fernando Mellis, do R7<\/p>\n<div class=\"toolkit-image-container media_box full-dimensions771x420\">\n<div class=\"toolkit-image-container__edges edges\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"toolkit-image-container__image croppable\" title=\"Alimentos ultraprocessados possuem diversos aditivos que fazem mal \u00e0 sa\u00fade\" src=\"https:\/\/img.r7.com\/images\/ultraprocessados-04112022132649307?dimensions=771x420\" alt=\"Alimentos ultraprocessados possuem diversos aditivos que fazem mal \u00e0 sa\u00fade\" width=\"771\" height=\"420\" \/><\/p>\n<div class=\"gallery_link\"><\/div>\n<\/div>\n<div class=\"toolkit-image-container__info content_image\" data-dimensions=\"771x420\">\n<h4 class=\"toolkit-image-container__caption legend_box  \">Alimentos ultraprocessados possuem diversos aditivos que fazem mal \u00e0 sa\u00fade<\/h4>\n<p><span class=\"toolkit-image-container__credit credit_box \">FREEPIK<\/span><\/div>\n<\/div>\n<p>Um estudo in\u00e9dito no mundo, realizado por pesquisadores brasileiros, atribui o consumo de alimentos ultraprocessados a pelo menos 57 mil mortes no pa\u00eds em 2019.<\/p>\n<p>O artigo, publicado nesta segunda-feira (7) na revista cient\u00edfica American Journal of Preventive Medicine, mostra que dos 541,2 mil \u00f3bitos de indiv\u00edduos entre 30 e 69 anos \u2013 a OMS (Organiza\u00e7\u00e3o Mundial da Sa\u00fade) considera morte prematura abaixo de 70 anos \u2013, 10,5% puderam ser associados aos alimentos ultraprocessados.<\/p>\n<p>Em outro recorte comparativo, o de mortes por doen\u00e7as n\u00e3o transmiss\u00edveis evit\u00e1veis (doen\u00e7as cardiovasculares, diabetes, alguns tipos de c\u00e2ncer, entre outras), os pesquisadores verificaram que ocorreram 261 mil, das quais 21,8% tiveram rela\u00e7\u00e3o com esses alimentos.<\/p>\n<p><a href=\"http:\/\/noticias.r7.com\/saude\/o-que-sao-e-como-reconhecer-os-alimentos-ultraprocessados-04112022\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\"><strong>O que s\u00e3o e como reconhecer os alimentos ultraprocessados<\/strong><\/a><\/p>\n<p>Comer mal mata mais que a viol\u00eancia no pa\u00eds. Para se ter ideia, o n\u00famero de mortes violentas em 2021\u00a0 \u2013 homic\u00eddios e latroc\u00ednios, por exemplo \u2013 no Brasil foi de 47,5 mil, segundo o Anu\u00e1rio Brasileiro de Seguran\u00e7a P\u00fablica, documento divulgado pelo F\u00f3rum Brasileiro de Seguran\u00e7a P\u00fablica.<\/p>\n<p>Os achados servem como alerta, j\u00e1 que o consumo de ultraprocessados cresceu 20% nos \u00faltimos dez anos no pa\u00eds, representando entre 13% e 21% dos alimentos consumidos pelos brasileiros.<\/p>\n<p>&#8220;Buscamos quantificar, mostrar a prioridade p\u00fablica que \u00e9 a quest\u00e3o dos ultraprocessados no Brasil, isso \u00e9 uma quest\u00e3o mundial. \u00c9 muito importante de encarar isso como problema de sa\u00fade p\u00fablica, trabalhar em pol\u00edticas que favore\u00e7am escolhas saud\u00e1veis a partir do padr\u00e3o alimentar, \u00e9 isso que vai preservar o que temos de cultura alimentar brasileira&#8221;,\u00a0afirma em entrevista ao R7 o principal autor do estudo, o pesquisador Eduardo Nilson, do Nupens\/USP (N\u00facleo de Pesquisas Epidemiol\u00f3gicas em Nutri\u00e7\u00e3o e Sa\u00fade\/Universidade de S\u00e3o Paulo) e da Fiocruz (Funda\u00e7\u00e3o Oswaldo Cruz).<\/p>\n<p>Segundo o especialista, &#8220;essa dieta tradicional \u00e9 muito saud\u00e1vel e n\u00e3o deve ser substitu\u00edda pelos ultraprocessados, que t\u00eam todas as suas consequ\u00eancias em termos de mortes, mas s\u00e3o alimentos que tamb\u00e9m t\u00eam um perfil nutricional pior&#8221;.<\/p>\n<p>A dieta tradicional a que ele se refere \u00e9 o famoso arroz, feij\u00e3o, prote\u00edna e salada. Entretanto, muita gente tem optado por macarr\u00e3o instant\u00e2neo, lasanha congelada e uma s\u00e9rie de refei\u00e7\u00f5es vendidas como pr\u00e1ticas nos supermercados.<\/p>\n<p>Esses alimentos, que incluem tamb\u00e9m refrigerantes, biscoitos, chocolates, sorvetes, bebidas l\u00e1cteas, entre outros, possuem uma s\u00e9rie de aditivos qu\u00edmicos que influenciam na obesidade e no desenvolvimento de doen\u00e7as como diabetes e hipertens\u00e3o.<\/p>\n<p>Os principais vil\u00f5es s\u00e3o s\u00f3dio, gordura e a\u00e7\u00facar, mas n\u00e3o s\u00e3o os \u00fanicos, lembra Nilson.<\/p>\n<p>&#8220;Pensando nos mecanismos que os ultraprocessados levam a esse risco de doen\u00e7a e morte, eles v\u00e3o ser muitos deles mediados pelo que a gente chama de nutrientes cr\u00edticos \u2013\u00a0 s\u00f3dio, gordura e a\u00e7\u00facar \u2013, mas n\u00e3o podemos ficar focados s\u00f3 nisso, porque pelo pr\u00f3prio processo de industrializa\u00e7\u00e3o, ele acaba destruindo a matriz do alimento, tem os aditivos alimentares. Tudo isso afeta a absor\u00e7\u00e3o de nutrientes, de microbiota intestinal, causa inflama\u00e7\u00e3o.&#8221;<\/p>\n<div class=\"media_box embed intertitle_box\">\n<h3 class=\"content\">O estudo<\/h3>\n<\/div>\n<p>Para chegar ao resultado, os pesquisadores no Nupens utilizaram dados recentes da Pesquisa de Or\u00e7amentos Familiares do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estat\u00edstica), que abarcam informa\u00e7\u00f5es sobre a dieta das pessoas. Eles conseguiram filtrar o consumo de ultraprocessados, segundo a classifica\u00e7\u00e3o NOVA (veja o infogr\u00e1fico abaixo).<\/p>\n<p>&#8220;Usamos metodologias de modelagem que s\u00e3o parecidas com o pr\u00f3prio estudo de carga global da doen\u00e7a, em que voc\u00ea tem um fator de risco e o associa com o desfecho em sa\u00fade usando o risco relativo que tem na literatura, que \u00e9 uma evid\u00eancia robusta, e dados do seu contexto de an\u00e1lise: popula\u00e7\u00e3o, morte e consumo de ultraprocessados. A partir da\u00ed, usamos esses m\u00e9todos para ver qual \u00e9 a fra\u00e7\u00e3o atribu\u00edvel: dentro de todos os fatores de risco que afetam as mortes totais, por exemplo, quantos por cento s\u00e3o espec\u00edficos associados ao consumo de ultraprocessados&#8221;, detalha o pesquisador.<\/p>\n<p>O grupo tamb\u00e9m estimou que reduzir o consumo de ultraprocessados entre 10% e 50% poderia salvar entre 5.900 e 29.300 vidas, respectivamente, a cada ano.<\/p>\n<p>&#8220;Se mantiv\u00e9ssemos o consumo que t\u00ednhamos h\u00e1 uma d\u00e9cada, seriam 12 mil mortes a menos dentre todas aquelas&#8221;, exemplifica Nilson.<\/p>\n<div class=\"media_box embed intertitle_box\">\n<h3 class=\"content\">Escolhas alimentares e obesidade<\/h3>\n<\/div>\n<div class=\"toolkit-image-container media_box full-dimensions771x420\">\n<div class=\"toolkit-image-container__edges edges\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"toolkit-image-container__image croppable\" title=\"\" src=\"https:\/\/img.r7.com\/images\/obesidade-04112022133205645?dimensions=771x420\" alt=\"\" width=\"771\" height=\"420\" \/><\/div>\n<div class=\"toolkit-image-container__info content_image\" data-dimensions=\"771x420\"><span class=\"toolkit-image-container__credit credit_box \">ITACI BATISTA\/ESTAD\u00c3O CONTE\u00daDO<\/span><\/div>\n<\/div>\n<p>O Nupens leva em conta o que chama de padr\u00e3o alimentar, que leva em conta, al\u00e9m da escolha individual, o que est\u00e1 dispon\u00edvel e \u00e9 acess\u00edvel em termos de renda para cada grupo da popula\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Sabe-se, por exemplo, que nos Estados Unidos as pessoas com inseguran\u00e7a alimentar tendem a recorrer a alimentos industrializados, em detrimento dos in natura ou minimamente processados, porque s\u00e3o mais baratos. Este \u00e9 um cen\u00e1rio que se reproduz tamb\u00e9m no Brasil e que tem impacto no excesso de peso.<\/p>\n<p>&#8220;Historicamente, a gente observa no Brasil que se aproximam cada vez mais as preval\u00eancias tanto de sobrepeso quanto de obesidade nas popula\u00e7\u00f5es mais pobres em rela\u00e7\u00e3o \u00e0s mais ricas. Isso tem uma rela\u00e7\u00e3o direta com a qualidade da dieta. \u00c9 uma tend\u00eancia que \u00e9 muito similar \u00e0 americana, em que a gente v\u00ea mais latinos, negros, imigrantes [com obesidade]. Os p\u00fablicos de menor renda s\u00e3o aqueles que apresentaram maior aumento de excesso de peso ao longo das \u00faltimas d\u00e9cadas no Brasil&#8221;, complementa Eduardo Nilson.<\/p>\n<p>De acordo com a Pesquisa Nacional de Sa\u00fade 2020, 60% dos adultos brasileiros (cerca de 96 milh\u00f5es de pessoas) t\u00eam excesso de peso. Neste universo, a obesidade atinge um em cada quatro, ou 41 milh\u00f5es de pessoas.<\/p>\n<p>Na rede b\u00e1sica, que \u00e9 a porta de entrada do SUS, somente em 2021, 9,1 milh\u00f5es de pessoas atendidas tinham diagn\u00f3stico de sobrepeso e 4 milh\u00f5es, de obesidade \u2013 sendo 624 mil obesidade grave (grau 3).<\/p>\n<p>Culpar o indiv\u00edduo \u00e9 algo injusto, na avalia\u00e7\u00e3o do pesquisador do Nupens, porque o poder p\u00fablico tamb\u00e9m tem o papel de evitar o adoecimento da popula\u00e7\u00e3o por meio de pol\u00edticas que estimulem um estilo de vida saud\u00e1vel, incluindo a alimenta\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Uma forma de se fazer isso \u00e9 por meio da informa\u00e7\u00e3o. No m\u00eas passado, entraram em vigor as novas regras de rotulagem de alimentos, um passo importante na vis\u00e3o de especialistas.<\/p>\n<p>A Anvisa (Ag\u00eancia Nacional de Vigil\u00e2ncia Sanit\u00e1ria) passa a obrigar que as embalagens tenham na parte da frente avisos de n\u00edveis de s\u00f3dio, gordura e a\u00e7\u00facar acima do m\u00e1ximo estabelecido.<\/p>\n<div class=\"media_box embed intertitle_box\">\n<h3 class=\"content\">Pol\u00edticas p\u00fablicas<\/h3>\n<\/div>\n<div class=\"toolkit-image-container media_box full-dimensions771x420\">\n<div class=\"toolkit-image-container__edges edges\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"toolkit-image-container__image croppable\" title=\"Promo\u00e7\u00e3o da alimenta\u00e7\u00e3o saud\u00e1vel deve fazer parte de pol\u00edticas p\u00fablicas, afirma especialista\" src=\"https:\/\/img.r7.com\/images\/comida-saudavel-04112022135313743?dimensions=771x420&amp;&amp;amp;&amp;amp;&amp;amp;&amp;amp;&amp;amp;resize=771x420&amp;amp;crop=1001x545+0+90&amp;amp;&amp;amp;&amp;amp;&amp;amp;&amp;amp;resize=771x420&amp;amp;crop=1001x545+0+90\" alt=\"Promo\u00e7\u00e3o da alimenta\u00e7\u00e3o saud\u00e1vel deve fazer parte de pol\u00edticas p\u00fablicas, afirma especialista\" width=\"771\" height=\"420\" \/><\/p>\n<div class=\"gallery_link\"><\/div>\n<\/div>\n<div class=\"toolkit-image-container__info content_image\" data-dimensions=\"771x420\">\n<h4 class=\"toolkit-image-container__caption legend_box  \">Promo\u00e7\u00e3o da alimenta\u00e7\u00e3o saud\u00e1vel deve fazer parte de pol\u00edticas p\u00fablicas, afirma especialista<\/h4>\n<p><span class=\"toolkit-image-container__credit credit_box \">FREEPIK<\/span><\/div>\n<\/div>\n<p>Mas s\u00f3 isso n\u00e3o \u00e9 suficiente. O especialista considera que \u00e9 necess\u00e1rio mais aten\u00e7\u00e3o em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 propaganda e medidas como aumento de impostos de produtos como refrigerantes, algo que j\u00e1 \u00e9 feito em algumas cidades dos Estados Unidos e no M\u00e9xico, por exemplo.<\/p>\n<p>A ind\u00fastria tamb\u00e9m precisa receber incentivos para a produ\u00e7\u00e3o de alimentos mais saud\u00e1veis, acrescenta o pesquisador.<\/p>\n<p>&#8220;A ind\u00fastria j\u00e1 trabalha isso com nichos espec\u00edficos, de alimentos sem aditivos, ingredientes naturais, mas ao mesmo tempo tamb\u00e9m tem op\u00e7\u00f5es falsamente saud\u00e1veis, por exemplo, o fato de ser integral, que muitas vezes n\u00e3o deixa de ser um ultraprocessado.&#8221;<\/p>\n<p>O pa\u00eds possui um ponto de partida para ampliar a\u00e7\u00f5es nessa \u00e1rea: o Guia Alimentar para a Popula\u00e7\u00e3o Brasileira. Al\u00e9m de ser uma ferramenta que pode ser usada individualmente, tamb\u00e9m \u00e9 essencial quando se pensa no coletivo, como a merenda escolar.<\/p>\n<p>Na vis\u00e3o do pesquisador do Nupens, pol\u00edticas de combate \u00e0 fome devem ter como base a agricultura familiar e alimenta\u00e7\u00e3o saud\u00e1vel.<\/p>\n<p>Os pr\u00f3ximos passos do grupo incluem novas pesquisas para quantificar, n\u00e3o apenas as mortes, mas tamb\u00e9m os impactos econ\u00f4micos do consumo de alimentos ultraprocessados, j\u00e1 que as doen\u00e7as causadas por uma dieta ruim causam interna\u00e7\u00f5es hospitalares, faltas ao trabalho e afastamentos previdenci\u00e1rios.<\/p>\n<div class=\"toolkit-image-container media_box full-dimensions100\">\n<div class=\"toolkit-image-container__edges edges\"><a href=\"https:\/\/www.colorado.com.br\/nosdacolorado\/wp-content\/uploads\/2022\/11\/tipos-alimentos-04112022123555008.jpeg\" rel=\"prettyPhoto[gallery-n65Z]\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter size-full wp-image-18985\" src=\"https:\/\/www.colorado.com.br\/nosdacolorado\/wp-content\/uploads\/2022\/11\/tipos-alimentos-04112022123555008.jpeg\" alt=\"\" width=\"660\" height=\"1914\" srcset=\"https:\/\/www.colorado.com.br\/nosdacolorado\/wp-content\/uploads\/2022\/11\/tipos-alimentos-04112022123555008.jpeg 660w, https:\/\/www.colorado.com.br\/nosdacolorado\/wp-content\/uploads\/2022\/11\/tipos-alimentos-04112022123555008-103x300.jpeg 103w, https:\/\/www.colorado.com.br\/nosdacolorado\/wp-content\/uploads\/2022\/11\/tipos-alimentos-04112022123555008-353x1024.jpeg 353w\" sizes=\"auto, (max-width: 660px) 100vw, 660px\" \/><\/a><\/p>\n<div class=\"gallery_link\"><\/div>\n<\/div>\n<div class=\"toolkit-image-container__info content_image infographic\" data-dimensions=\"100\">\n<div><\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<div class=\"toolkit-tags\"><\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Estudo feito por pesquisadores do Nupens\/USP revela que 20,8% dos \u00f3bitos por doen\u00e7as evit\u00e1veis e n\u00e3o transmiss\u00edveis s\u00e3o atribu\u00eddas a comidas ricas em ingredientes que fazem mal \u00e0 sa\u00fade SA\u00daDE\u00a0|\u00a0Fernando&#8230;<\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":18986,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[7],"tags":[],"class_list":{"0":"post-18984","1":"post","2":"type-post","3":"status-publish","4":"format-standard","5":"has-post-thumbnail","7":"category-atualidade"},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.colorado.com.br\/nosdacolorado\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/18984","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.colorado.com.br\/nosdacolorado\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.colorado.com.br\/nosdacolorado\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.colorado.com.br\/nosdacolorado\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.colorado.com.br\/nosdacolorado\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=18984"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/www.colorado.com.br\/nosdacolorado\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/18984\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":18987,"href":"https:\/\/www.colorado.com.br\/nosdacolorado\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/18984\/revisions\/18987"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.colorado.com.br\/nosdacolorado\/wp-json\/wp\/v2\/media\/18986"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.colorado.com.br\/nosdacolorado\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=18984"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.colorado.com.br\/nosdacolorado\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=18984"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.colorado.com.br\/nosdacolorado\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=18984"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}