{"id":19075,"date":"2022-11-25T11:30:55","date_gmt":"2022-11-25T13:30:55","guid":{"rendered":"https:\/\/www.colorado.com.br\/nosdacolorado\/?p=19075"},"modified":"2022-11-25T11:30:55","modified_gmt":"2022-11-25T13:30:55","slug":"como-usar-o-smartphone-de-forma-saudavel-e-equilibrada-veja-dicas-de-detox-digital","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.colorado.com.br\/nosdacolorado\/como-usar-o-smartphone-de-forma-saudavel-e-equilibrada-veja-dicas-de-detox-digital\/","title":{"rendered":"Como usar o smartphone de forma saud\u00e1vel e equilibrada? Veja dicas de \u2018detox digital\u2019"},"content":{"rendered":"<div class=\"content-wrapper  \">\n<div id=\"social-media-upper\" class=\"social-media-upper\">\n<div class=\"news-authors hide-on-mobile\">\n<div class=\"authors-info\"><span class=\"authors-names\">Por Guilherme Santiago<\/span><\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<div class=\"\">\n<div class=\"subheadline-feature-block\">\n<h2>O telefone celular facilita v\u00e1rias situa\u00e7\u00f5es do cotidiano, mas seu uso em excesso pode trazer preju\u00edzos \u00e0 sa\u00fade; saiba as recomenda\u00e7\u00f5es de especialista<\/h2>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<div id=\"content\" class=\"content-wrapper -paywall-parent box\">\n<div class=\"content-wrapper news-body container content template-especial already-sliced already-checked\" data-paywall-wrapper=\"true\">\n<p>Os\u00a0<a href=\"https:\/\/www.estadao.com.br\/tudo-sobre\/smartphone\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\"><strong>smartphones<\/strong><\/a>\u00a0ganham cada vez mais import\u00e2ncia entre as atividades cotidianas. Gra\u00e7as ao aparelho, \u00e9 poss\u00edvel falar com aquele amigo distante, pedir comida sem sair de casa e armazenar milhares de fotos e v\u00eddeos em um \u00fanico dispositivo. N\u00e3o d\u00e1 para negar suas facilidades. O problema acontece quando seu uso \u00e9 em excesso. Nesses casos, pode trazer graves consequ\u00eancias \u00e0\u00a0<a href=\"https:\/\/www.estadao.com.br\/tudo-sobre\/saude-mental\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\"><strong>sa\u00fade mental<\/strong><\/a>, como quadros de\u00a0<strong>ansiedade<\/strong>\u00a0e\u00a0<a href=\"https:\/\/www.estadao.com.br\/tudo-sobre\/depressao\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\"><strong>depress\u00e3o<\/strong><\/a>.<\/p>\n<p>Segundo Felipe Botelho, psic\u00f3logo do Grupo de Depend\u00eancias Tecnol\u00f3gicas do Hospital das Cl\u00ednicas da USP, essa sobrecarga f\u00edsica e mental causada pelo uso desequilibrado do smartphone pode impactar a vida offline. \u201cAs pessoas passam a sentir uma necessidade frequente de checar o celular e ver as redes sociais\u201d, explica.<\/p>\n<p>Ele afirma que isso acontece porque essa \u00e9 a forma que essas pessoas encontram para ficar \u201cbem informadas\u201d. \u201cQuando elas ficam fora da internet, mesmo que por poucos minutos, aparece o medo de ter perdido algo. Isso as deixa sempre imersas, de uma forma dif\u00edcil de sair\u201d, alerta. Por\u00e9m, existem maneiras de estabelecer uma rela\u00e7\u00e3o saud\u00e1vel com o smartphone. Veja algumas recomenda\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<div class=\"intertitle-wrapper\">\n<h3>Reconhe\u00e7a seus comportamentos<\/h3>\n<\/div>\n<p>\u201cReconhecer \u00e9 o primeiro passo\u201d, explica Botelho. Ele garante que \u00e9 importante observar a forma como nos relacionamos com os smartphones e tentar identificar se essa rela\u00e7\u00e3o acontece em desequil\u00edbrio. Entre os caminhos para isso, \u00e9 importante verificar a quantidade de horas dedicadas \u00e0s redes sociais, se existe alguma dificuldade em deixar o celular longe e em quais momentos o uso do celular \u00e9 mais intenso.<\/p>\n<p>De qualquer forma, o psic\u00f3logo indica que todas as pessoas que usam o aparelho em algum grau podem fazer essa avalia\u00e7\u00e3o de comportamento. \u201cReconhecer \u00e9 importante n\u00e3o apenas para quem faz uso excessivo, mas para quem busca um uso mais saud\u00e1vel tamb\u00e9m\u201d, diz.<\/p>\n<div class=\"intertitle-wrapper\">\n<h3>Limite seu uso<\/h3>\n<\/div>\n<p>Se identificar excesso, tente definir momentos para usar e n\u00e3o usar o aparelho. Felipe Botelho pondera que esse limite deve acontecer nos momentos livres, visto que as atividades de trabalho e estudo de muitas pessoas dependem dos smartphones. \u201c\u00c0s vezes \u00e9 complicado definir um per\u00edodo para ficar longe do celular durante o hor\u00e1rio de trabalho, mas nos momentos livres \u00e9 um caminho que pode funcionar\u201d, afirma.<\/p>\n<div class=\"intertitle-wrapper\">\n<h3>Desapegue do aparelho<\/h3>\n<\/div>\n<p>A recomenda\u00e7\u00e3o do especialista \u00e9 come\u00e7ar deixando o celular em outro c\u00f4modo e ver como voc\u00ea reage por estar distante do aparelho. Entender que o celular n\u00e3o precisa estar sempre perto de voc\u00ea \u00e9 fundamental para um uso mais saud\u00e1vel.<\/p>\n<figure class=\"figure-image-wrapper \">\n<div class=\"figure-image-container\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/www.estadao.com.br\/resizer\/r1CMboGez23KTem_ZPu8hsN38PY=\/936x0\/filters:format(jpg):quality(80)\/cloudfront-us-east-1.images.arcpublishing.com\/estadao\/2TSJ75624NCI5PBPTQXNEOHXPM.jpg\" alt=\"Muitas vezes recorremos ao smartphone quando estamos entediados. Por\u00e9m, encontrar outras atividades para esses momentos pode ajudar. \" \/><\/div><figcaption>Muitas vezes recorremos ao smartphone quando estamos entediados. Por\u00e9m, encontrar outras atividades para esses momentos pode ajudar.\u00a0\u00a0Foto: Sascha Steinbach\/EFE<\/figcaption><\/figure>\n<div class=\"intertitle-wrapper\">\n<h3>Busque outras alternativas<\/h3>\n<\/div>\n<p>Muitas vezes recorremos ao smartphone quando estamos entediados. Por\u00e9m, encontrar outras atividades para esses momentos pode ajudar. \u201c\u00c9 importante que a pessoa avalie o que ela gosta de fazer sem o celular\u201d, sugere. A pr\u00e1tica de medita\u00e7\u00e3o ou de atividades f\u00edsicas \u2013 em especial aquelas que exigem foco total, como a nata\u00e7\u00e3o e o t\u00eanis \u2013 s\u00e3o algumas substitui\u00e7\u00f5es aos momentos de t\u00e9dio. \u201cEssas atividades exigem que essa pessoa fique fora da tecnologia.\u201d<\/p>\n<div class=\"intertitle-wrapper\">\n<h3>Desative as notifica\u00e7\u00f5es<\/h3>\n<\/div>\n<p>\u201cAs notifica\u00e7\u00f5es s\u00e3o um gerador de ansiedade\u201d, avalia. De acordo com ele, desativar as notifica\u00e7\u00f5es \u00e9 uma forma de reduzir os est\u00edmulos ao uso do smartphone a todo momento.<\/p>\n<p>Al\u00e9m disso, a t\u00e9cnica tamb\u00e9m pode ajudar a controlar o h\u00e1bito de olhar o celular mesmo sem receber nenhuma notifica\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<div class=\"intertitle-wrapper\">\n<h3>Entenda que nem tudo \u00e9 urgente<\/h3>\n<\/div>\n<p>O celular, por ser de f\u00e1cil acesso, passa a ideia de que tudo \u00e9 urgente, mas Botelho faz um alerta. \u201cNem tudo a gente precisa saber em tempo real\u201d, diz. Por isso, \u00e9 fundamental reconhecer que nem toda mensagem precisa ser respondida de forma instant\u00e2nea, ainda que o celular desperte essa vontade.<\/p>\n<div class=\"intertitle-wrapper\">\n<h3>Tente usar outros dispositivos<\/h3>\n<\/div>\n<p>Usar o computador, por exemplo, em vez do celular pode ser uma pr\u00e1tica bastante saud\u00e1vel. Ou ent\u00e3o, optar por assistir a um filme pela televis\u00e3o. Felipe Botelho explica que essas s\u00e3o m\u00eddias consideradas passivas, porque n\u00e3o exigem intera\u00e7\u00f5es diretas, como o smartphone. O benef\u00edcio dessa substitui\u00e7\u00e3o \u00e9 que, al\u00e9m de ficar mais f\u00e1cil delimitar o tempo e os momentos de uso, ela reduz a quantidade de intera\u00e7\u00f5es com a tecnologia.<\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Por Guilherme Santiago O telefone celular facilita v\u00e1rias situa\u00e7\u00f5es do cotidiano, mas seu uso em excesso pode trazer preju\u00edzos \u00e0 sa\u00fade; saiba as recomenda\u00e7\u00f5es de especialista Os\u00a0smartphones\u00a0ganham cada vez mais&#8230;<\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":19076,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[7],"tags":[],"class_list":{"0":"post-19075","1":"post","2":"type-post","3":"status-publish","4":"format-standard","5":"has-post-thumbnail","7":"category-atualidade"},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.colorado.com.br\/nosdacolorado\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/19075","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.colorado.com.br\/nosdacolorado\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.colorado.com.br\/nosdacolorado\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.colorado.com.br\/nosdacolorado\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.colorado.com.br\/nosdacolorado\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=19075"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/www.colorado.com.br\/nosdacolorado\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/19075\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":19077,"href":"https:\/\/www.colorado.com.br\/nosdacolorado\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/19075\/revisions\/19077"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.colorado.com.br\/nosdacolorado\/wp-json\/wp\/v2\/media\/19076"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.colorado.com.br\/nosdacolorado\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=19075"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.colorado.com.br\/nosdacolorado\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=19075"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.colorado.com.br\/nosdacolorado\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=19075"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}