{"id":19171,"date":"2022-12-26T08:26:34","date_gmt":"2022-12-26T10:26:34","guid":{"rendered":"https:\/\/www.colorado.com.br\/nosdacolorado\/?p=19171"},"modified":"2022-12-26T08:26:34","modified_gmt":"2022-12-26T10:26:34","slug":"metade-dos-municipios-brasileiros-tem-incidencia-alta-de-covid-19-internacoes-seguem-em-crescimento","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.colorado.com.br\/nosdacolorado\/metade-dos-municipios-brasileiros-tem-incidencia-alta-de-covid-19-internacoes-seguem-em-crescimento\/","title":{"rendered":"Metade dos munic\u00edpios brasileiros tem incid\u00eancia alta de covid-19; interna\u00e7\u00f5es seguem em crescimento"},"content":{"rendered":"<div class=\"content-wrapper  \">\n<div id=\"social-media-upper\" class=\"social-media-upper\">\n<div class=\"news-authors hide-on-mobile\">\n<div class=\"authors-info\"><span class=\"authors-names\">Por\u00a0Fabiana Cambricoli<\/span><\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<div class=\"\">\n<div class=\"subheadline-feature-block\">\n<h2>Especialistas acendem alerta para aumento da transmiss\u00e3o durante as festas de fim de ano; veja como se proteger<\/h2>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<div id=\"content\" class=\"content-wrapper -paywall-parent box\">\n<div class=\"content-wrapper news-body container content template-reportagem already-sliced already-checked\" data-paywall-wrapper=\"true\">\n<p>Quase metade dos munic\u00edpios brasileiros registrou, na semana passada, alta incid\u00eancia de\u00a0<a href=\"https:\/\/www.estadao.com.br\/tudo-sobre\/coronavirus\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\"><strong>covid-19<\/strong><\/a>, segundo an\u00e1lise divulgada nesta sexta-feira, 23, pelo Instituto Todos pela Sa\u00fade (ITpS) com base em dados do Minist\u00e9rio da Sa\u00fade. De acordo com o instituto, 2.552 cidades (de um total de 5.297 que enviaram os dados) tiveram mais de 100 casos da doen\u00e7a por 100 mil habitantes, o que caracteriza a alta incid\u00eancia. \u201cNesses munic\u00edpios, vivem 47% da popula\u00e7\u00e3o brasileira, e seus moradores est\u00e3o expostos a elevados n\u00edveis de transmiss\u00e3o viral\u201d, destacou o Todos pela Sa\u00fade.<\/p>\n<p>Outro levantamento, este feito pela\u00a0<a href=\"https:\/\/www.estadao.com.br\/tudo-sobre\/fiocruz\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\"><strong>Funda\u00e7\u00e3o Oswaldo Cruz (Fiocruz)<\/strong><\/a>\u00a0e divulgado na quinta-feira, 22, mostrou que h\u00e1 tend\u00eancia de aumento de hospitaliza\u00e7\u00f5es por covid-19 no Pa\u00eds. De acordo com especialistas, as duas an\u00e1lises acendem o alerta para aumento da transmiss\u00e3o durante as festas de fim de ano e poss\u00edvel sobrecarga dos servi\u00e7os de sa\u00fade em janeiro.<\/p>\n<p>A an\u00e1lise do ITpS mostra que 21 das 27 unidades da federa\u00e7\u00e3o apresentam alta incid\u00eancia &#8211; somente S\u00e3o Paulo, Mato Grosso do Sul, Par\u00e1, Amazonas, Maranh\u00e3o e Piau\u00ed est\u00e3o fora desse grupo. As maiores taxas foram registradas no Esp\u00edrito Santo, Goi\u00e1s, Mato Grosso e Distrito Federal, todos com registros superiores a 300 casos por 100 mil habitantes na \u00faltima semana.<\/p>\n<figure class=\"figure-image-wrapper \">\n<div class=\"figure-image-container\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/www.estadao.com.br\/resizer\/KaZTB_4qE8drzFyhBDsvUNoeuTM=\/936x0\/filters:format(jpg):quality(80)\/cloudfront-us-east-1.images.arcpublishing.com\/estadao\/Z2JXS4YGENCTFIPTYIPRF4O4NM.jpg\" alt=\"Taxa de positividade de testes de covid-19 tem se mantido acima de 30% desde novembro\" \/><\/div><figcaption>Taxa de positividade de testes de covid-19 tem se mantido acima de 30% desde novembro\u00a0Foto:\u00a0Tiago Queiroz\/Estad\u00e3o<\/figcaption><\/figure>\n<p>O instituto tamb\u00e9m analisa dados de redes de laborat\u00f3rios, que mostram que as taxas de positividades dos exames seguem altas &#8211; acima de 30% desde o in\u00edcio de novembro. Para o imunologista Jorge Kalil, diretor-presidente do ITpS, as pessoas devem manter cuidados durantes as celebra\u00e7\u00f5es de fim de ano, embora o cen\u00e1rio epidemiol\u00f3gico atual seja menos amea\u00e7ador do que o dos dois primeiros anos da pandemia.<\/p>\n<p>\u201cA situa\u00e7\u00e3o n\u00e3o \u00e9 t\u00e3o confort\u00e1vel assim. A doen\u00e7a est\u00e1 presente e o v\u00edrus continua circulando. A grande preocupa\u00e7\u00e3o \u00e9 com as pessoas que ainda n\u00e3o completaram o esquema vacinal com as quatro doses. Elas devem buscar a vacina o mais r\u00e1pido poss\u00edvel. S\u00e3o essas pessoas que est\u00e3o ficando mais graves quando infectadas\u201d, afirma o especialista.<\/p>\n<p>Ele relembra que, no ano passado, as festas de fim de ano foram disseminadoras da variante \u00d4micron no Pa\u00eds, causando milh\u00f5es de novos casos. \u201cComo temos mais pessoas vacinadas e com doses de refor\u00e7o, uma nova onda pode n\u00e3o ser t\u00e3o avassaladora, mas a covid-19 ainda pode matar\u201d, afirma.<\/p>\n<p>A an\u00e1lise do instituto mostra ainda que a sublinhagem BQ.1 da variante \u00d4micron j\u00e1 \u00e9 predominante do Pa\u00eds. A alta transmiss\u00e3o viral favorece o surgimento de novas muta\u00e7\u00f5es e variantes que podem ter maior escape \u00e0 vacina, dizem os especialistas.<\/p>\n<div class=\"intertitle-wrapper\">\n<div class=\"line-top\"><\/div>\n<h3>Interna\u00e7\u00f5es<\/h3>\n<\/div>\n<p>O levantamento da Fiocruz, que monitora semanalmente as interna\u00e7\u00f5es por S\u00edndrome Respirat\u00f3ria Aguda Grave (SRAG), mostra crescimento das hospitaliza\u00e7\u00f5es na tend\u00eancia de longo prazo (\u00faltimas seis semanas) e estabilidade na de curto prazo (\u00faltimas tr\u00eas semanas). De acordo com os pesquisadores, \u201ca desacelera\u00e7\u00e3o na curva nacional pode ser atribu\u00edda \u00e0 queda recente nos casos de SRAG nos estados do Rio de Janeiro e S\u00e3o Paulo\u201d.<\/p>\n<p>Vinte das 27 unidades da federa\u00e7\u00e3o apresentam crescimento moderado de SRAG na tend\u00eancia de longo prazo: todas das regi\u00f5es Sul e Centro-Oeste, toda a regi\u00e3o Nordeste, com exce\u00e7\u00e3o da Para\u00edba, al\u00e9m de Esp\u00edrito Santo, Minas Gerais, Par\u00e1, Rond\u00f4nia e Tocantins.<\/p>\n<p>Entre as capitais, 14 das 27 apresentam alta de hospitaliza\u00e7\u00f5es no mesmo per\u00edodo: Aracaju, Belo Horizonte, Boa Vista, Bras\u00edlia, Curitiba, Goi\u00e2nia, Macei\u00f3, Manaus, Natal, Porto Alegre, Porto Velho, Recife, S\u00e3o Lu\u00eds e Teresina.<\/p>\n<div class=\"intertitle-wrapper\">\n<div class=\"line-top\"><\/div>\n<h3>Dicas para reduzir risco de contamina\u00e7\u00e3o nas festas de fim de ano<\/h3>\n<\/div>\n<p>&#8211; Complete o esquema vacinal contra a covid com as duas doses regulares e as doses de refor\u00e7o indicadas para a sua faixa et\u00e1ria<\/p>\n<p>&#8211; Se for reunir a fam\u00edlia para as festas de fim de ano, escolha um local amplo e bem ventilado. Se o tempo permitir, fa\u00e7a a comemora\u00e7\u00e3o ao ar livre, como em quintais ou terra\u00e7os<\/p>\n<p>&#8211; Se poss\u00edvel, evite beijar e abra\u00e7ar sem m\u00e1scara muitas pessoas diferentes, em especial se for do grupo de maior risco, como idosos e pessoas com comorbidades<\/p>\n<p>&#8211; Se fizer parte dos grupos de maior risco, considere usar m\u00e1scara durante as celebra\u00e7\u00f5es ou manter distanciamento f\u00edsico dos demais participantes enquanto estiver sem a pe\u00e7a, como nos momentos em que for comer ou beber<\/p>\n<p>&#8211; Isole-se e n\u00e3o participe de celebra\u00e7\u00f5es se estiver com sintomas respirat\u00f3rios<\/p>\n<p>&#8211; Fa\u00e7a um autoteste antes da celebra\u00e7\u00e3o e, se testar positivo, fique em casa<\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Por\u00a0Fabiana Cambricoli Especialistas acendem alerta para aumento da transmiss\u00e3o durante as festas de fim de ano; veja como se proteger Quase metade dos munic\u00edpios brasileiros registrou, na semana passada, alta&#8230;<\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":17554,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[7],"tags":[],"class_list":{"0":"post-19171","1":"post","2":"type-post","3":"status-publish","4":"format-standard","5":"has-post-thumbnail","7":"category-atualidade"},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.colorado.com.br\/nosdacolorado\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/19171","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.colorado.com.br\/nosdacolorado\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.colorado.com.br\/nosdacolorado\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.colorado.com.br\/nosdacolorado\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.colorado.com.br\/nosdacolorado\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=19171"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/www.colorado.com.br\/nosdacolorado\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/19171\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":19172,"href":"https:\/\/www.colorado.com.br\/nosdacolorado\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/19171\/revisions\/19172"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.colorado.com.br\/nosdacolorado\/wp-json\/wp\/v2\/media\/17554"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.colorado.com.br\/nosdacolorado\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=19171"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.colorado.com.br\/nosdacolorado\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=19171"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.colorado.com.br\/nosdacolorado\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=19171"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}